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	<title>Viver Virtual &#187; PSP</title>
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	<description>A longa jornada por dentro de mim, minhas expressões e coisas que aprecio.</description>
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		<title>Por que DOOM é um clássico?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 00:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha história com este clássico dos games começou há anos atrás, adoraria poder lembrar  o ano certo, mas a idade não deixa. E eu não posso começar a falar de DOOM, sem antes falar num CD chamado 80 Excellent Games. Não faço ideia de como essa coletânea veio parar aqui em casa, mas lembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="borda_img" title="DOOM" src="http://blog.marcusmelo.com.br/wp-content/uploads/2009/04/blog_doom.jpg" alt="DOOM" width="498" height="304" /></p>
<p>A minha história com este <strong>clássico dos games</strong> começou há anos atrás, adoraria poder lembrar  o ano certo, mas a idade não deixa. E eu não posso começar a falar de DOOM, sem antes falar num CD chamado <strong>80 Excellent Games</strong>. Não faço ideia de como essa coletânea veio parar aqui em casa, mas lembro que entre os jogos, haviam maravilhas como Jazz Jackrabbit, Blackthorne, Heretic, Amaze e o já citado DOOM, que ficava na pasta número <strong>04</strong>.</p>
<p>A versão de DOOM deste CD, era <strong>Shareware</strong> e um pouco diferente das versões que eu conheceria mais tarde, principalmente no quesito sonoridade: Os monstros falavam, havia gritos e frases bem sinistras. O clima era bem construído. Depois do <strong>Doom95</strong> (criado pra rodar num ambiente 100% Windows, pois antes disso, só rodava em DOS), o cuidado com o som não era mais o mesmo.</p>
<p>No Shareware, só havia um episódio: o <strong>Knee-Deep in the Dead</strong>. E foi esse que eu sequei e muito: joguei, joguei e joguei! E por conta disso, todas as músicas das fases desse episódio jamais saíram da minha cabeça. Principalmente as de Hangar, Nuclear Plant, Toxin Refinery, Deimos Anomaly e Military Base &#8211; esta última é um secret level. Nessa época eu não sabia o que era internet, e muitos podem dizer que é impossível, mas eu aprendi muuuuuito jogando (sobre computadores), eu e meus <strong>irmãos</strong>.</p>
<p>Daí, depois de ter secado muito o DOOM I incompleto, no final de <strong>2001</strong>, eis que sou apresentado à internet (Uaaaaau). Com a grande rede mundial de computadores em minhas mãos, fui procurar pelo DOOM II &#8211; o único da série que completei. Depois de uma básica busca no Google, achei a continuação para baixar, mais de <strong>5 MB</strong>, em conexão discada &#8211; uma maravilha.</p>
<p>E foi na continuação que pude entrar na <strong>história</strong> do jogo: Enquanto no primeiro, estava sozinho e longe de casa, em Marte, tentando se salvar (pelo caminho você consegue ver os corpos mutilados de seus amigos), no segundo, lá estava você voltando pra <strong>Terra</strong> e a encontra totalmente destruída e infestada de monstros. Não demora muito para ser o único no combate. E essa coisa de o &#8220;último humano na Terra&#8221; funcionava muito bem em DOOM. E um pouco no que a história se sustentava, era mostrada através de textos logo após o final de cada episódio.</p>
<p><em>Você é o único humano restante na face do Planeta. Mutações canibais, aliens carnívoros e espíritos malignos são seus únicos vizinhos. Você se senta e espera pela morte, contente por ter salvado sua espécie (&#8230;) Você está no coração corrompido da sua cidade natal, cercado pelos corpos de seus inimigos.</em></p>
<p>Depois que o <strong>código-fonte</strong> do jogo foi liberado, fãs fizeram versões mais modernas (remakes), modelando armas e os monstros com 3D de verdade. Na versão que joguei, as fases não recebiam a mesma &#8220;atualização&#8221;. O visual ficou impressionante, comparando com os antigos. Pra PC, um que eu gostava bastante de jogar, mas que não mudava muita coisa do original, era o <a href="http://www.brdoom.com/wiki/index.php?title=ZDoom" target="_blank">ZDoom</a>. Este, além de aprimorar detalhes gráficos (como a explosão do Rocket Launcher) e adicionar pulo, agachar e mira ao jogador, também tornava mais fácil a tarefa de rodar outros clássicos como: Heretic, Hexen e até o ótimo <strong>Strife</strong>.</p>
<p>Atualmente, estou jogando DOOM II &#8211; Hell on Earth no <strong>PSP</strong>, com um Homebrew que permite você escolher um WAD e meter bala (literalmente). E é incrível como esse jogo ainda consegue me dar uns bons sustos (experimente jogar na escuridão total e com fones de ouvido). Quando terminar, irei finalmente completar o <strong>DOOM I</strong>, depois, o da vez é o <strong>Final DOOM</strong> (The Plutonia Experiment + TNT: Evilution).</p>
<p><em>Você conseguiu, a invasão terminou. A Terra foi salva. O Inferno está em ruínas. Você se pergunta aonde irão as pessoas ruins depois que elas morrerem. Você limpa todo o suor e sangue na sua testa e começa uma longa viagem de volta pra casa. Reconstruir a Terra deverá ser muito mais divertido do que destruí-la.</em></p>
<p>DOOM I e todo o seu primeiro episódio me faz <strong>voltar no tempo</strong>. Todos aqueles corredores, passagens secretas e demônios, fazem-me sentir como se estivesse passando por um teletransporte de volta para aqueles tempos. Bons tempos!</p>
<p>E pra você que já jogou: <strong>Por que DOOM é um clássico?</strong></p>
<p><strong>[04 de Abril - Atualização]</strong> Para minha total surpresa, este post foi parar lá no <a href="http://brdoom.com/portal/" target="_blank">BrDOOM</a>. Quem tiver interesse de ver os comentários, é só clicar <a href="http://brdoom.com/_forum/viewtopic.php?t=3020" target="_blank">aqui</a>. Obrigado, Mauricio.</p>
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